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  • Leonardo Amorim

No Brasil, 58% das empresas têm políticas para equidade de gênero.


A igualdade de gênero refere-se a uma tentativa de compensação histórica visando eliminar toda e qualquer discriminação contra a mulher, a fim de estabelecer a igualdade entre homens e mulheres a partir do reconhecimento das necessidades e características de cada gênero.


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De acordo com um estudo, a atividade que promove a igualdade de gênero aumentou 17% em relação a 2019.


O estudo foi realizado entre 2 de julho e 10 de setembro de 2021, em 138 empresas de médio e grande porte de 42 setores econômicos, incluindo negócios, serviços e indústria. Esta é a quarta edição da Pesquisa Women in Leadership, realizada pela Women in Leadership in Latin America (WILL), organização internacional sem fins lucrativos que apoia e promove o desenvolvimento profissional de mulheres na América Latina.


De acordo com o balanço, 53% das empresas conseguiram diminuir a diferença salarial entre homens e mulheres por grau, 67% estão contratando mais mulheres para ocupar cargos anteriormente ocupados por homens e 62% estão contratando mais mulheres para preencher cargos anteriormente ocupados por homens 62% dos empregos estão contratando mulheres para cargos de nível superior.


Além disso, 70% das organizações possuem áreas específicas para garantir a atuação das mulheres na liderança.


Em 51% das empresas, há a meta de reduzir a proporção de homens para mulheres em cargos gerenciais ou executivos. Em 2019, essa participação era apenas um terço da das empresas.


O Brasil enfrenta enormes desafios para facilitar essa aceleração.


A diferença salarial entre homens e mulheres continua sendo uma realidade em vários países, inclusive no Brasil. Segundo o IBGE (2019), se compararmos o rendimento médio dos homens com o rendimento médio das mulheres, constatamos que eles ganham 22% menos do que eles mesmos, mesmo no mesmo emprego.

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